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terça-feira, 4 de agosto de 2020

FÉ E RELIGIOSIDADE EM TEMPOS DE PANDEMIA.

Assista ao vídeo abaixo da Música Andar com Fé de Gilberto Gil:




Agora faça a leitura do texto que se segue.
 
    Em tempos de dor, medos e incertezas, é natural e esperado que cada um procure um caminho que lhe traga conforto, doses de confiança e a chance de encontrar a paz. Esta estrada é a da espiritualidade, lugar onde o real coexiste e tem conexão com algo maior e sagrado. É do ser humano buscar uma ligação com o divino, seja ele representado pela figura de Deus, por meio da religião ou, como bem cantou o mestre Gilberto Gil, a fé não precisa, necessariamente, estar ligada à doutrina. Essa força interior de uma crença poderosa pode ser nutrida em relação a uma pessoa, uma ideologia, à ciência, a um pensamento filosófico, um objeto inanimado...
    Diante da pandemia do novo coronavírus, com o isolamento social imposto como medida de proteção contra a disseminação da COVID-19, a fé, do latim fides (fidelidade), é a confiança absoluta, sem espaço para dúvida, que cada um deposita no que escolhe acreditar. A esperança como antídoto diante de um inimigo invisível, letal e que a humanidade luta para controlar. Enquanto a batalha não se encerra, apaziguar corações e mentes é a busca interna de cada um diante da sua convicção.
      O professor Evandro Campos Maria, diretor do Instituto de Filosofia e Teologia Dom Resende Costa, da PUC Minas, ressalta que a espiritualidade e a fé ajudam a superar limites e dificuldades e, ao mesmo tempo, provocam aprendizado e crescimento: “Têm relação com a pessoa de Jesus Cristo, que enfrentou a cruz, a morte, a solidão e o abandono e, neste momento, colocou a sua confiança no Pai.
    A fé nos associa a Jesus Cristo, nos ajuda na hora da incerteza. É tempo de confiar a causa da vida nas mãos de Deus. Sentir a sua presença. Ele não nos abandona, caminha conosco e aí temos a esperança e o amor”.
    Professor Evandro lembra que a fé e a espiritualidade se fundem no coração das pessoas no meio da dificuldade, da luta e do medo provocados pela pandemia. “Por isso, gastando a vida, a solidariedade e o amor acontecem. Mesmo aquele que não tem a fé cristã, em Deus, ele tem a fé humana, em poder acreditar no homem, na ciência, no bem coletivo, na fraternidade. De algum modo, todo ser humano alimenta o coração na espiritualidade ligada à vida. O mais importante é viver o amor ao outro, o que faz lutar pelo bem da coletividade. O amor altruísta”, afirma.

Logo após assistir o vídeo e ler o texto acima, reflita um pouco sobre o momento em que estamos vivenciando, Respondendo em seu caderno a tarefa abaixo.

ATIVIDADE.

Leia o seguinte trecho da música:

“Andá com fé eu vou/ Que a fé não costuma faiá/ Andá com fé eu vou/ Que a fé não costuma faiá/ Que a fé 'tá na mulher/ Oh oh/ Num pedaço de pão/ A fé 'tá na maré/ Oh oh/ Na luz, na escuridão/ A fé 'tá na manhã/ A fé 'tá no anoitecer/ A fé 'tá viva e sã/ Certo ou errado até/ A fé vai onde quer que eu vá/ Mesmo a quem não tem fé/ A fé costuma acompanhar (…).”


1ª - Qual o seu entendimento sobre o refrão da música?
2ª - A partir da leitura do texto, qual a origem e o significado da palavra fé?
3ª - Nos dias atuais que estamos vivendo qual a sua fé? Em que você tem acreditado?
4ª - Construa um belo desenho colorido relacionando a temática abordada hoje: Fé, fraternidade, esperança, amor, confiança...


***

Créditos da imagem e texto:
https://revistaavemaria.com.br/a-fe-em-tempo-de-pandemia.html
https://www.em.com.br/app/noticia/bem-viver/2020/04/19/interna_bem_viver,1139017/a-fe-de-cada-um-em-tempos-de-pandemia.shtml

terça-feira, 28 de abril de 2020

Revolução Industrial.


Foi na Inglaterra que o desenvolvimento industrial deu-se de forma mais acelerada e o trabalho, sob o sistema de produção capitalista, torna-se elemento essencial para gerar riqueza. As lamentáveis condições de trabalho e sobrevivência dos primeiros trabalhadores industriais, inclusive mulheres e crianças, passaram a constituir uma ameaça à produção e geraram expressões de resistência por parte dos trabalhadores.
Nas fábricas, a aglomeração humana em espaços inadequados, propiciavam a ocorrência e disseminação de doenças infectocontagiosas que, associadas às imposições do ritmo da produção determinado pelas máquinas, configuravam altas taxas de mortalidade por doenças e acidentes de trabalho. (...)
Ensaiam-se as primeiras propostas controvertidas de intervir nas empresas para minimizar os efeitos danosos do trabalho sobre as vidas humanas que expressaram-se numa sucessão de normatizações e legislações. A criação da Lei das Fábricas, em 1833, foi seu ponto mais relevante e constitui a origem dos serviços de Medicina do Trabalho (Gomez & Thedim, 1997; Mendes e Dias, 1991).

PENTEADO, Eliane Villas Bôas de Freitas. Tuberculose no ambiente hospitalar: uma questão da saúde do trabalhador. [Mestrado] Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública; 1999. 124p. Acessado em: https://portalteses.icict.fiocruz.br/transf.php?script=thes_chap&id=00006902&lng=pt&nrm=iso
ATIVIDADE.

1ª - Como eram as relações de trabalho e o que propiciava a ocorrência e a disseminação de doenças infectocontagiosas no período da Revolução Industrial, na Inglaterra?


2ª - Pesquise sobre a forma de contágio e sobre os sintomas de uma das doenças comuns do período da Revolução Industrial na Inglaterra. Podem ser pesquisadas doenças como a tuberculose, varíola, tifo ou cólera.

3ª - E hoje, como o coronavírus (COVID-19) está sendo transmitido? Elabore um texto de conscientização sobre o assunto e escolha uma imagem (ou desenhe) para ilustrar sua explicação.

QUIZ 1.

QUIZ 2.

ATIVIDADE. 



Fonte - Texto e questões retiradas do link: https://pwa.app.vc/smecarioca2020#/web/21313346