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sexta-feira, 12 de março de 2021

Filme Tempos Modernos.





Assista o Filme Tempos Modernos de Charles Chaplin e escreva suas percepções sobre:

1. Quais as diferenças entre o presidente e os operários da empresa mostradas logo no início do filme?

2. A personagem principal do longa é o Carlitos ou "vagabundo" interpretado por Charles Chaplin. Destaque tudo o que você achar interessante sobre ele ao longo do filme. Exemplo: o que acontece quando ele vai ao banheiro; a doença laboral que o mesmo desenvolve; as situações em que ele vai preso várias vezes, entre outras coisas.

 
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Link do filme: https://www.youtube.com/watch?v=3tL3E5fIZis  

segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Cristianismo.

 Entre as religiões monoteístas, o cristianismo é, sem dúvida, a que conta com maior número de fiéis e a que está mais difundida em todo o mundo. Nascida dos ensinamentos de Cristo como prolongamento e superação do judaísmo, no curso de sua evolução histórica viu dela se formarem três grandes ramos: a Igreja Católica, as igrejas protestantes (ou evangélicas) e as igrejas ortodoxas. Embora divirjam em importantes aspectos doutrinários, essas três vertentes permanecem irmanadas por sua crença no caráter divino da revelação de Jesus, na existência de um Deus único em três pessoas, iguais em natureza e dignidade, que criou o mundo do nada, e nos princípios essenciais da cristandade: amor a Deus sobre todas as coisas, traduzido necessariamente no amor ao próximo, e a fé na chegada do reino de Deus.

Os três ramos do cristianismo têm também um mesmo livro sagrado, a Bíblia, e acrescentam ao Antigo Testamento judaico o Novo Testamento, que compreende os Evangelhos e outros livros posteriores ao nascimento de Jesus. O termo "igreja", de origem bíblica, tem um significado original de comunidade, mas faz alusão de forma especial à realidade transcendente da união de todos os crentes num só corpo com o Cristo ressuscitado.

Para os cristãos, Jesus Cristo, é filho de Deus, que se tornou homem e veio ao mundo a fim de pregar o amor a Deus e ao próximo. Contudo, foi perseguido e morto pelos romanos, que não aceitavam os seus ideais. Jesus apareceu como um novo líder, se intitulava como o salvador do mundo e, era assim, uma ameaça para o Império Romano que o considerou um mentiroso.

Após a sua morte, os 12 apóstolos - seguidores que haviam recebido a missão de difundir as ideias de Jesus, avançaram pelo mundo com o compromisso de cumprir a sua tarefa.

Sendo reconhecidas, as ideias propagadas ganharam seguidores. Nasce o Cristianismo, cujo nome vem da palavra Cristo, que quer dizer pessoa consagrada.

Em Roma, foi martirizado Pedro, o discípulo a quem Jesus legou a tarefa de cuidar da sua Igreja. Ali também foram realizados vários concílios. Desta maneira, a cidade foi se destacando ao longo dos anos até se tornar sede da Igreja Católica.

A crença em Jesus ganhava mais adeptos. Sua doutrina se espalhava pelo Império Romano. Como os cristãos se recusavam a adorar os deuses romanos, começaram a ser perseguidos.


ATIVIDADE. 


1ª - Quais as três vertentes em que se divide o cristianismo? Cite a principal semelhança das mesmas.

2ª - Como você pode observar, durante a leitura do texto, o cristianismo é bastante amplo, tendo outras vertentes. Sendo assim, elabore uma tabela demonstrando as principais características dos cristãos CATÓLICOS e  ORTODOXOS.

Como sugestão de site para pesquisa clique AQUI.

 

domingo, 31 de maio de 2020

Liberdade de Culto no Brasil.

A manifestação religiosa do povo brasileiro é resguardada constitucionalmente desde o Brasil Império, que manteve a religião oficial vigente no Brasil Colônia de Portugal, com todas as implicações legais da manutenção do estado confessional. O artigo 5º da Carta Magna de 1824 já estabelecia a liberdade de crença, abrindo espaço para a tolerância na manifestação de outras crenças, mas determinava que a religião católica romana continuaria sendo a religião do Império. De acordo com a regra, “todas as outras religiões seriam permitidas com seu culto doméstico ou particularmente, em casas para isso destinadas, sem forma alguma exterior de templo”. Logo após a proclamação da República, é editado um Decreto, que teve a orientação de Rui Barbosa, em 1890, que estabeleceu a liberdade de culto e reconheceu a personalidade jurídica de todas as igrejas e confissões religiosas, mantendo, entretanto, a Igreja Oficial, que inclusive continuou a receber subvenção pecuniária para a subsistência de seus ministros religiosos e seminários, é a Igreja Católica Apostólica Romana.  

Por isso, é a Constituição Republicana de 1891 que finalmente institui no Brasil o princípio da separação da Igreja-Estado, incorporando tanto a liberdade de crença, como a liberdade de culto, estabelecendo a não existência de religião oficial, e por consequência ausência de qualquer subvenção oficial, e, de forma ampla, a liberdade religiosa em nosso país, como disposto no artigo 72, parágrafo 7o, “Nenhum culto ou Igreja terá relações de dependência ou aliança com o governo dos Estados.”  

Entretanto, de longa data, até mesmo pela forte e natural influência da orientação da até então religião oficial, que foi a Igreja Católica Apostólica Romana, durante quase 400 anos, dos poucos mais de 500 anos que temos de história em solo brasileiro, deixou marcas indeléveis na sociedade brasileira, sendo, esta é uma das explicações que se encontra para tantas cidades com nomes de santos católicos, de templos católicos ocuparem espaços centrais e privilegiados em praticamente todas as cidades brasileiras, da grande influência em todos os campos de atuação, sejam nas artes, nos esportes, na grande mídia, na política, nos negócios, nas tradições etc, e especialmente nos valores do cristianismo, sobretudo relativos a moral e aos bons costumes, incutidos na formação do povo brasileiro.  

O preâmbulo da Carta Magna de 1988 registra a crença da maioria de nosso povo na divindade, “Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembleia Nacional Constituinte, para instituir um Estado Democrático, [...], promulgamos sob a proteção de Deus a seguinte Constituição da República Federativa do Brasil. ...”, contudo, a conquista da república expressa por todas as constituições brasileiras seguintes, e mantida na Constituição Federal de 1988, que inseriu em seu texto, a garantia da ampla liberdade religiosa, que se refletem como liberdade de culto, a liberdade de crença, e ainda a liberdade de organização religiosa, como demonstram especialmente o artigo 5o [...] - VI – é inviolável a liberdade de consciência e de crença sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos, e, garantida na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias.”   E, ainda, a separação Igreja-Estado, um dos fundamentos do estado republicano, contida no artigo 19, “É vedado à União, aos Estados, e ao Distrito Federal e aos Municípios: – estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles relação de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da Lei, a colaboração de interesse público”, daí vivermos num país laico, onde não existe religião oficial, e todas as manifestações de fé são protegidas pelo Estado, diferente de um país ateu, onde não se permite qualquer manifestação de fé. 

Gilberto Garcia 

http://conjur.estadao.com.br/static/text/50985,1  

ATIVIDADES:

1. Pesquise a origem das palavras culto e cultura:

2. Sempre existiu liberdade de culto no Brasil?

3. Comente a frase: "Desde os tempos mais remotos, o culto aos deuses e deusas une pessoas em torno de tradições e costumes, dá a elas uma cultura comum."

4. O que é um país laico?

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