domingo, 21 de junho de 2020

Desigualdade Étnica Racial.

Leia o texto e as imagens abaixo:

    Uma pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, no terceiro trimestre de 2017, aponta que, dos 13 milhões de brasileiros desocupados, 8,3 milhões eram pretos ou pardos, ou seja 63,7%. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, a PNAD Contínua, o rendimento dos trabalhadores pretos e pardos também era menor: R$1.531, enquanto o dos brancos era de R$2.757. Dos 23,2 milhões de empregados pretos ou pardos do setor privado, apenas 16,6 milhões tinham carteira de trabalho assinada. Outro dado relevante da pesquisa é que a participação dos trabalhadores pretos e pardos era superior à dos brancos na agropecuária, na construção, em alojamento e alimentação e, principalmente, nos serviços domésticos.




Para aprofundar o assunto assista ao vídeo abaixo:




ATIVIDADE.

A partir do texto e do vídeo acima entendemos que a desigualdade étnica racial existe e causa danos para as pessoas comprometendo diversas oportunidades. Por isso, precisamos buscar informações e transformá-las em conhecimento, ou seja, nos educarmos para evitar preconceitos e discriminações. 

Sendo assim, responda:


1ª - Observe a imagem que se segue e faça a leitura da frase que a acompanha:


a) Escreva o seu entendimento da imagem e frase acima.

b) Que sentimentos bons essa imagem desperta em você?

2ª - Aqui vamos observar outra gravura:

Na foto tem a seguinte frase: "Amizade não tem cor". O que essa frase quer dizer?

3ª - Clique AQUI, leia e responda:
O que é democracia racial?
***
Fontes dessa postagem:
https://envolverde.cartacapital.com.br/ods10-desigualdade-etnica-e-real-no-brasil/
https://brasilescola.uol.com.br/historia/democracia-racial.htm
https://www.youtube.com/watch?v=ufbZkexu7E0
https://redegadha.net/evento/43690/somos-todos-iguais

domingo, 14 de junho de 2020

Igualdade e Justiça.


No ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE – Lei 8.069, de 13 de julho de 1990.  Na proteção da criança e do adolescente, dispõe no seu: Artigo 5º - Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão a seus direitos fundamentais.  

Desigualdade Social.

A desigualdade social e a pobreza são problemas sociais que afetam a maioria dos países na atualidade. A pobreza existe em todos os países, pobres ou ricos, mas a desigualdade social é um fenômeno que ocorre principalmente em países não desenvolvidos. O conceito de desigualdade social é um guarda-chuva que compreende diversos tipos de desigualdades, desde desigualdade de oportunidade, resultado, etc., até desigualdade de escolaridade, de renda, de gênero, etc. De modo geral, a desigualdade econômica – a mais conhecida – é chamada imprecisamente de desigualdade social, dada pela distribuição desigual de renda.

No Brasil, a desigualdade social tem sido um cartão de visita para o mundo, pois é um dos países mais desiguais. Segundo dados da ONU, em 2005 o Brasil era a 8º nação mais desigual do mundo. O índice Gini, que mede a desigualdade de renda, divulgou em 2009 que a do Brasil caiu de 0,58 para 0,52 (quanto mais próximo de 1, maior a desigualdade), porém esta ainda é gritante.

A desigualdade social no Brasil tem sido percebida nas últimas décadas como decorrência do efetivo processo de modernização que tomou o país a partir do início do século XIX. Junto com o próprio desenvolvimento econômico, cresceu também a miséria, as disparidades sociais – educação, renda, saúde, etc. – a flagrante concentração de renda, o desemprego, a fome que atinge milhões de brasileiros, a desnutrição, a mortalidade infantil, a baixa escolaridade, a violência. Essas são expressões do grau a que chegaram as desigualdades sociais no Brasil. Como afirma Hélio Jaguaribe em seu artigo No limiar do século 21: “Num país com 200 milhões de habitantes, um terço da população dispõe de condições de educação e vida comparáveis às de um país europeu. Outro terço, entretanto, se situa num nível extremamente modesto, comparável aos mais pobres padrões afro-asiáticos. O terço intermediário se aproxima mais do inferior que do superior”.  A sociedade brasileira deve perceber que, sem um efetivo Estado democrático, não há como combater ou mesmo reduzir significativamente a desigualdade social no Brasil.

Orson Camargo - Colaborador Brasil Escola Graduado em Sociologia e Política pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP - Mestre em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP

O Bicho – Manuel Bandeira
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem. 

ATIVIDADE.

1ª - Pesquise no dicionário e defina o significado de:
a) discriminação
b) racismo
c) justiça

2ª - A partir da leitura do texto acima responda:
a) Quais são as principais consequências da desigualdade social no Brasil?
b) A poesia de Manuel Bandeira mostra a que ponto pode chegar a desigualdade social. Você conhece alguém que vive em extrema pobreza? Quais ações podem ser feitas para minimizar o sofrimento dessas pessoas.

3ª - Observe a imagem abaixo e escreva o seu entendimento sobre ela


Hora da Educação.


No último sábado, 13 de junho, foi lançado o Programa Hora da Educação por meio do Projeto Sintonia e, inicialmente, se estenderá até o mês de dezembro deste ano. Uma parceria entre a Rádio Cultura dos Inhamuns e a Secretaria Municipal da Educação de Tauá. O referido programa terá a duração de uma hora semanal de 14 às 15 horas, sempre aos sábados, na citada emissora de rádio e é uma iniciativa desafiante que a pasta da Educação municipal decidiu aceitar como uma forma de minimizar os impactos causados pela pandemia do coronavírus/covid-19 que afetou, assim como outros cenários, o setor  educacional.

A estreia do Programa Hora da Educação contou com a apresentação do radialista Sampaio Moreira e com a presença da Secretária da Educação Silêda Holanda e das professoras Socorro Almeida e Deuza Lima que fizeram uma explanação do objetivo e o andamento do programa que tem como público alvo os estudantes da rede municipal, suas famílias e toda comunidade escolar, assim como todos aqueles que se interessarem por conteúdos educativos. É importante destacar que a iniciativa teve uma ótima aceitação.

Compartilhando saberes através das ondas do rádio!

Se ligue! Sintonize Sempre!

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Empatia.

Leia o texto abaixo.

    Daniel, pai de três filhos adolescentes, participava sempre dos jogos do colégio de seus filhos.  Para a olimpíada discutia os pormenores de todas as competições.  Numa quase decisão final de campeonato, presente a um jogo de basquete do colégio onde seus filhos estavam, torceu muito durante os vários jogos de decisão parcial. No último, já começou a não gostar do juiz escolhido. Criticou o tempo todo sua atuação.  O time de seu filho mais velho teve uma partida tumultuada. Ele gritava da arquibancada do ginásio do colégio contra a atuação do juiz que, aliás, era seu amigo. Sua esposa saiu de perto para não passar vergonha. Ele estava fora de si. O time quase perdeu. No último momento conseguiram o ponto necessário para a vitória.  À noite, o sr. Daniel recebeu um telefonema. Um dos juízes de jogo de decisão final estava mal. Decidiram escolher o sr. Daniel para juiz da partida.      

    Na manhã seguinte, como juiz do torneio de basquete feminino do colégio, sentiu a hostilidade de pais contrários à sua escolha. Ouviu palavras agressivas que o aborreceram.  Durante o jogo não conseguia acreditar na quantidade de coisas que aconteciam ao mesmo tempo. Tinha de tomar decisões rápidas e claras em meio a toda a agitação.  Não fez um trabalho muito bom. Os pais por sua vez o criticaram muito. Saiu daquela quadra terrivelmente humilhado apesar de todo o esforço. Essa experiência mudou completamente sua visão acerca dos juízes esportivos. Para entendê-los teve de passar pelas pressões que eles enfrentavam.  A partir daquele dia, refletiu sobre sua vida e atuação no mundo.

ATIVIDADE.

1ª - Perdoar a alguém que nos tenha ofendido é difícil. Também não é fácil pedir perdão, porque temos de reconhecer, na frente de outras pessoas, que nós erramos.  O que é mais difícil para você: perdoar ou pedir perdão? Por quê? 

Assista aos vídeos abaixo:



2ª - Elabore um texto que integre a mensagem dos vídeos sobre o sentimento de empatia, com o que estamos vivendo atualmente.

***